Divergências há as sempre, assim não fora e melhor seria
um espelho, onde entretivéssemos a luva e a pelica, na masturbação
diária, de egos sedentos, ee seu próprio sedentarismo.
Acontece porém, ao verificar-se a insistência, de discurso já
feito, uma de duas coisas: ou não tem-se mais o que fazer e o discurso
é mono e retórico, ou espera-se com isso, tirar desse nosso comportamento,
excessivo e repetitivo, dividendos futuros, numa predisposição
própria, do que age por antecipação.
Errar
errar é da condição humana cair, levantar,
experimentar, recusar ou aceitar, tendo como objectivo, a ser alcançado,
só o melhor para si, com o que vai deparar-se, no decorrer de seu dia
a dia, para com a sua vida, presente e futura, neste pedacinho, de terra, água,
ar e fogo, num sinal evidente, de inteligência e flexibilidade, que faz-nos
dissemelhantes, ao chamado Irracional.
O mesmo com a humildade, ao preservar esses valores, a quem reconhece, de si
próprio, o inevitável condicionalismo.
(21/07/2004)