A primeira todo mundo conhece...
A segunda, desde as épocas mais remotas, desde o início dos tempos,
disputa com a primeira o título de venda dos próprios atributos
e de fato, possuem analogia entre si com a diferença que uma delas, às
vezes sem opção e marginalizada, não conhece outra saída
a não ser prostituir o corpo!
Não há alternativa!
Há duas saídas!
Não tem como o indivíduo ser homem ou político ao mesmo
tempo! Não dá! É inadmissível!
Assim como na Bíblia que se diz que não se pode amar a Deus e
a Mamon, o sujeito não consegue amar o poder e o povo, ou odiará
um e amará o outro, e vice-versa e assim, cem por cento das vezes, evidentemente,
o povo, somente serve para garantir seu acesso a cadeira, depois... todo mundo
sabe!
Não adianta experiência adquirida!
Não adianta sentir na própria pele!
A experiência tem mostrado que quanto mais o político sofre no
passado, quanto mais teve uma vida difícil, mas se sente entusiasmado
a desviar dinheiro público para garantir o próprio futuro e o
futuro de seus familiares.
É uma espécie de sina maldita: entrou, roubou!
Desde que o mundo é mundo e as pobres prostitutas, resolveram "rodar
bolsinha" nas esquinas da vida, ao longo dos tempos, que os políticos,
coadjuvam consigo, o título da vendagem do corpo, da mente, da alma...
Há porém, uma diferença gritante entre eles: as prostitutas
tem sentimentos, tem princípios, verdade que estereotipados pela aridez
do ofício, é verdade, mas, são sinceras com seus amigos,
com seus filhos, amantes, etc., porém, esses senhores que aí estão,
por um voto, vendem a alma ao Diabo, os filhos, para o mundo e suas mulheres
para o mundo!
Numa sociedade realmente evoluída, compreender-se-á que não
há necessidade de profissionais de política, pois, qualquer pessoa
do povo, qualquer membro da sociedade, pode exercer sua profissão e a
de político concomitantemente, sem necessitar alimentar um bando de parasitas,
que vivem às expensas do meio, direcionando o ganho para um determinado
fim: seu bolso!
Os homens do passado, eram pensadores, idealizadores, geradores de idéias
que contribuíram para a melhoria da humanidade ao longo dos séculos.
A política, em suas vidas, era apenas uma espécie da manifestação
à extensão de seus nobres ideais, não meramente uma forma
de enriquecer a curto prazo, uma maneira de isentar de culpa ou uma forma de
burlar as leis, criando leis que anulem outras, etc, etc.
Por fim, nenhuma prostituta que se preze aceitaria um cargo político
para ir contra o "amor livre" que é o constitutivo de a mais
ampla democracia sobre a face da terra, enquanto que um político "topa
tudo" e isso inclui vender o corpo, aceitar suborno, comprar votos, etc.