NOSSOS CORPOS
NOSSOS CORPOS Veja Amor, o mais triste dos homens”rãs” eis aqui. Seja o que for seja nos ares! Amor, que eu cante na fantasia tosca destes olhos, e os beijos que nos instigam junto a palavra que fustiga. Meu coração anda sem rumo , na pobre imensidão que olha as plataformas! Quietinho geme o prazer da pulberdade! Chamas no coração, sem patria de um triste mundano. De minha cela sinto meu peito soluçar... Por ti ando alucinado, onde estás? De tudo segrega meu intimo a graça irônica chama por seus ventos. Nos meus pelos eriçados ouço tua voz infima.
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