A Garganta da Serpente

Moilec Vailea

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Tarde metálica
Vasto horizonte do Leste
Sons das águas, da potência e da dor.
Pensamentos sádicos da infância
Ninguém nos perdoara pelas luas perdidas
Depois do amanhecer celebraremos a revolta sagrada.
Todos estão esperando o último amanhecer
Os prantos denunciaram o final
E as estrelas matinais, o cinismo cotidiano
Os portões foram fechados às 19:10
As últimas esperanças foram arrancadas pela sede
Estou calmo, preparado, frio para o sacrifício.


(Moilec Vailea)


voltar última atualização: 17/08/2009
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