A Garganta da Serpente

Tereza Claudino

  • aumentar a fonte
  • diminuir a fonte
  • versão para impressão
  • recomende esta página

Dores

Não são dores físicas que nos afligem
São dores n'alma que aos pouco nos matam
Por ver meninos sem sorrisos
Crianças sem infância
Feto sem afeto, descartados
Aos adolescentes entorpecentes
Nas vias há a violência
Ah, e são tantas e quantas
Dores nas entrelinhas
Difícil não ver
Impossível seria não sofrer
Éh
Só recorrendo a um sorriso amigo,
Para aliviar essas dores d alma
Que aos poucos nos matam

(Tereza Claudino)


voltar última atualização: 24/08/2010
12146 visitas desde 09/10/2008

Poemas desta autora:

Copyright © 1999-2020 - A Garganta da Serpente